Rui, marido de Rosa, mantinha duas mulheres. Dizia que a cunhada, sem título, virava alvo de fofoca, então a levava com o exército e deixava Rosa no interior. Ele escrevia três cartas de amor por mês para Rosa, mas entregava toda a pensão à cunhada. No ano da fome, a cunhada e os dois filhos comiam pão de carne na casa grande de Rui. Já Rosa e as crianças morriam de fome. Por sorte, Rosa renascia. Dessa vez, não ia mais aceitar calada...